A moda Vampiresca

Postado em Cinema, Relato, Sugestão em setembro 16, 2009 por Sérgio Filipe
Lua NovaFoi no ano passado que a modinha dos vampiros surgiu, mas somente esse ano que ela realmente se popularizou, com tantos produtos vendendo a mesma coisa. Talvez seja errôneo dizer modinha, afinal, a mitologia dos vampiros nunca saiu de moda, mas agora ela está em toda parte, com centenas de caracterizações diferentes. Inevitável não dar crédito para isso tudo ao sucesso da saga Crepúsculo, e quando digo crédito, estou me referindo tanto bem quanto mal a isso. Foi com os livrinhos de Stephenie Meyer que esses estranhos seres começaram a se popularizar novamente, graças a seu apelo juvenil que atrai milhões de adolescentes para sua história do amor perfeito. Terminei de ler os quatro livros da série recentemente, e admito que tornei-me um grande apreciador da saga dos personagens Edward, Bella e Jacob, e me diverti com a leitura, principalmente nos dois últimos títulos (Eclipse; Amanhecer), que trouxeram um tom de aventura mais acentuado, deixando o romance em segundo plano para abordar outras questões.
Não entrei neste assunto para falar apenas da saga Twilight, os produtos se massificaram e estão surgindo mais e mais crias dessa moda vampiresca. A série da HBO True Blood é uma delas. Baseado na série de livros Sookie Stackhouse, escrito por Charlaine Harris, o seriado aborda o tema de uma forma diferente. Japoneses desenvolveram um sangue sintético capaz de suprir todas as necessidades de um vampiro, portanto agora eles estão expostos a sociedade, e buscam por direitos iguais entre os humanos. O true bloodexpectador acompanha essa história através da personagem Sookie, uma garçonete telepática que se apaixona pelo Vampiro Bill. Isto é apenas o mote inicial, a série acaba de terminar sua 2ª temporada e é muito mais do que isso, além de ser proibida para menores devido seu alto grau de violência e sexo. Com relação a premissa inicial é inevitável não comparar com a história de Meyer, mas se for assim os livros de Charlaine saíram antes dos de Mayer, então não preciso dizer nada. Muito mais adulta e intrigante é essencial para todo apreciador de um bom seriado.
Muito mais antiga ainda são as séries de livros The Vampire Diaries, de L. Jane Smith, que começou sua saga no longínquo 1991. Agora novamente nos deparamos com outra adaptação para a televisão que estreou no CW semana passada. A premissa dessa história é sobre a vida de uma garota que se vê às voltas com dois irmãos vampiros. Buscando o apelo adolescente para atrair o público de Crepúsculo, o episódio piloto só mostrou mais do mesmo.vampire diaries
Mas não é somente de séries de TV que a moda continua, ainda irão estrear vários outros filmes abordando o tema e provavelmente ouviremos por um bom tempo sobre esses seres que não caminham na luz do sol, ou caminham, isso já se discute, afinal as lendas de Anne Rice já foram esquecidas.
Se no passado tivemos Drácula, Nosferatu, Dança dos Vampiros, Garotos Perdidos, Buffy, e nem tão distante assim, Moonlight e Blood Ties, agora estas novas sagas se juntam a lista. Pessoalmente recomendo True Blood, e para quem gosta de romance os livros Crepúsculo não decepcionam, mesmo assim nenhuma nova história conseguirá apagar o brilho dos livros de Anne Rice, e de seu personagem Lestat, imortalizado no cinema por Tom Cruise em Entrevista com o Vampiro e também por Stuart Townsend em Rainha dos Condenados. Óbvio que já estão pensando em levantá-lo das tumbas, desta vez encarnado no corpo de Robert Downey Jr. É minha gente, ainda vamos ouvir falar muito sobre os vampiros e eu estou muito feliz com isso.  :)

Prosa com Poesia

Postado em Amizade, Sugestão em setembro 15, 2009 por Sérgio Filipe
Acordamos em dias nublados seguindo com nossas vidas, com ou sem emoção, ás vezes com vontade, outras andando com preguiça, e nesse longo caminho de tijolos amarelos vamos conhecendo pessoas. Algumas passam ao nosso lado por um tempo, deixam sua marca e somem, outras simplesmente acenam um amistoso tchau. E todas essas faces se acumulam em nossa história, no diário do viver, onde com o tempo muitos serão esquecidos e rabiscados das folhas amassadas da vida.
Existem alguns poucos que marcam a página, e continuam a fazer parte da história, não apenas como coadjuvante no enredo, mas também como um personagem de extrema importância. Poucos são os amigos a quem posso dar esse crédito e ao mesmo tempo este fardo, e entre eles um em especial que enxerga o mundo com os olhos de um poeta, vendo que no fim das palavras tudo se resume ser apenas uma poesia, ou quem sabe uma prosa.
E nesta elite de páginas virtuais conhecidas, e ao mesmo tempo anônimas, saber escrever e fazer algo bonitinho não são mais suficientes, as letras têm que ter alma, frases com sentimento, e um mar de outros caminhos, que muitos não conhecem e poucos conseguem.
http://www.prosacompoesia.blogspot.com

Contrata-se

Postado em Devaneios, Insanidade em setembro 9, 2009 por Sérgio Filipe
AbstratoO líquido estava amargo, provavelmente a secretária não havia preparado direito. Fiquei um pouco impaciente, afinal já estava sentado há dez décadas esperando me chamarem. Finalmente alguém aparece e fala meu nome. A senhora devia ter uns 40 séculos, mas aparentava no máximo uns 20. Entrei em uma sala ampla, muito branca, enquanto ela saiu para chamar quem faria a entrevista comigo. Depois de mais alguns minutos de espera apareceu um senhor, bem comum, de terno preto e gravata borboleta, pensei se ele sabia que não estávamos em um restaurante, mas não falei nada. Após cumprimentá-lo entreguei meu currículo, não tinha muita experiência, mas bastante dedicação, quem sabe ele levasse em consideração essa qualidade.
– Por que você quer essa vaga?
– Não sei, me falaram que era algo bom para minha carreira, então resolvi arriscar.
Seu rosto não pareceu feliz com a resposta, mas era a única que eu tinha. Depois de um longo período ele finalmente resolveu falar do cargo que eu estava concorrendo.
– Veja bem, esta vaga requer muita paciência, você terá muitas responsabilidades, e vários outros indivíduos iram depender de você. O salário não é dos melhores, e é provável que você fique descontente com a posição que ocupa constantemente, mas não haverá muito que fazer, ao aceitar a vaga não pode voltar atrás.
Ouvindo-o falar não parecia muito bom arriscar em uma empresa desse tipo, mas era um cargo de grande porte e que muitos conhecidos meus desejavam, não tinha erro.
– Eu aceito, quero ocupar o cargo.
Depois de dizer essas palavras o senhor de terno se levantou e bateu na porta. A senhora de antes entrou com uma pequena maleta que ele abriu e me passou um extenso pedaço de papel.
– Assine no fim da folha.
Eu assinei, não tinha mais volta agora.
– Qual o cargo vou ocupar senhor?
– Você será um ser humano, que viverá em um planeta chamado terra com vários outros iguais a você.
Quando falou isso fiquei eufórico, sempre me perguntei como seria um ser humano, sabia muitas lendas sobre eles.
– Ok então, bem vindo A Vida.
– Obrigado senhor.
Ao sair pela porta vi alguns funcionários trabalhando no setor abaixo, pareciam felizes, então fiquei tranqüilo. A senhora me acompanhou até uma sala escura.
– Espere aqui, em alguns minutos você estará no planeta terra.
– Obrigado. Qual o seu nome senhora?
– Desculpa meus modos, estou muito ocupada ultimamente, me chamo Existência.
Depois que ela saiu fiquei aguardando, não sabia o que esperar, mas parecia um cargo muito promissor. O lugar em que eu estava era muito escuro e não se conseguia ver nada, mas por incrível que pareça eu estava tranqüilo. Depois disso não me recordo de muita coisa, somente de uma voz que disse:
– Bem Vindo a Vida, um verdadeiro grupo de sucesso, qualquer sugestão ou reclamação teremos o prazer de ouvi-lo após seu período de trabalho. Obrigado.

Little Bunny

Postado em Devaneios, Insanidade em agosto 25, 2009 por Sérgio Filipe
Coelho
A floresta permanecia lotada, o inverno estava para chegar e todos sabiam que aquele era o momento para procurar alimento. No meio de tantas criaturas, um ser branco com orelhas compridas farejava por algo no chão. Ficava naquele local havia bastante tempo, e irritado não conseguia encontrar nada que lhe agradasse. Entrando mais a fundo pela floresta, sentiu um cheiro diferente, e foi sendo guiado pelo aroma doce por um extenso campo de flores até chegar a uma gigantesca árvore. Seu focinho agora mexia sem parar, o cheiro estava muito próximo. Resolveu dar a volta ao redor da árvore, mas ao chegar do outro lado levou um tremendo susto, outra criatura estava ali.
De pelo branco com pintas marrons e orelhas pontudas, ela olhava para ele com os olhos arregalados, provavelmente tinha se assustado também, enquanto na sua pata reluzia uma cenoura, e no mesmo momento ele soube que era isso o que vinha farejando. Tentou dar um passo para se aproximar, mas ela com a cenoura nas patas da frente parecia com raiva, ele não queria roubar seu alimento, queria apenas saber se ela poderia dividi-lo, afinal ele farejou todo aquele caminho somente para chegar ali. O vento começou a soprar forte, e tudo de repente ficou frio, os olhos dele lacrimejando, pois sabia que não sobreviveria aquele inverno sozinho. Quando o vento fez balançar os pelos dela, o medo e a desconfiança não existiam mais.
Ela se aproximou com cuidado esticando as patas e oferecendo a cenoura para ele. O coelho feliz chegou perto, eufórico com a bondade daquele ser tão bonito e pegou um pedaço da verdura, segurando também em sua pata. Ambos se olharam, encantados com a beleza daquele lugar e com o aroma suave da verdura que ambos agarravam. Sem pensar ou cogitar mais nada, os coelhos encostaram seus focinhos um no outro, felizes por terem encontrado alguém para passar o inverno e talvez até outras estações.

A Estrada

Postado em Devaneios, Reflexão em agosto 25, 2009 por Sérgio Filipe
Estrada
Parado em cima da rodovia olhei para os dois lados, já havia percorrido ambas as direções e sabia perfeitamente aonde chegaria se continuasse pelo mesmo caminho. O chão com buracos e cheio de marcas agora era evidente, impossível andar tranqüilamente ou correr sobre aquela trilha. O sol forte batendo no meu rosto fazia reflexo no asfalto, deixando meus olhos ardentes.
De repente escutei um barulho diferente que vinha de outra direção e resolvi dar uma olhada no parapeito da rodovia. Logo ao lado havia outra estrada, um novo caminho, lindo e reluzente. Não resisti e me vi obrigado a pular e ver de perto essa passagem tão magnífica. O chão agora era limpo e liso, brilhante, poderia até deitar que não haveria problemas. Olhei ao redor e percebi que não conhecia aquele lugar, o caminho para onde a estrada levava era imprevisível. Um vento soprou no meu rosto, um ar limpo e puro, sem a habitual poluição já conhecida. Ao mesmo tempo em que o sol no seu ponto mais alto clareava minha mente, fazendo-me perceber o infinito de possibilidades que aquela estrada trazia consigo.

Fui caminhando e a rodovia, com seus buracos e imperfeições, ficava cada vez mais longe, talvez ainda tivesse esperança de eu caminhar naquela estrada, mas eu sabia que não voltaria. Respirando o ar doce e caminhando alegremente pela estrada limpa e brilhante me senti revigorado, indo em direção ao horizonte, com a certeza de aquele caminho me levaria a lugares nunca antes visitados, e que dali para frente, quem sabe, tudo poderia ser diferente.

Writing for Comics

Postado em HQ, Sugestão em agosto 19, 2009 por Sérgio Filipe
Alan Moore’s writing for Comics
Durante o período acadêmico, na área da comunicação social, somos apresentados a vários autores e livros discursando sobre como escrever literatura e roteiro para cinema. Em compensação quando o assunto é história em quadrinhos raramente encontramos uma bibliografia interessante e diversificada. Motivado pela aprendizagem na HQCon Delivery resolvi transcender as bibliografias recomendadas no curso, e procurar outros autores que falassem do tema. Buscando na web encontrei um artigo do mestre Alan Moore – “Alan Moore’s writing for Comics” - um pequeno livro que não se propõe a ser apenas um manual, mas sim uma divagação sobre os quadrinhos, inspirando aqueles que querem contar uma história.
Muito interessante para quem curte quadrinhos e tem interesse pelo tema e imprescindível para os fãs de Alan Moore. A tradução liberal do livro tem na web com imagens das HQ’s citadas, e pode ser encontrada dividida em três partes nos links abaixo:
Parte 1: http://bit.ly/O4zzU
Parte 2: http://bit.ly/JQ0iC
Parte 3: http://bit.ly/2t1FGo

A Cabana

Postado em Crítica, Relato, Sugestão em agosto 18, 2009 por Sérgio Filipe
A Cabana
Neste post resolvi mudar o foco do blog e seguir o pedido proposto no final do livro A Cabana, o qual li recentemente.
Muitas pessoas já devem ter ouvido falar dele, na lista dos mais vendidos e bastante comentado nos últimos meses, seja por teólogos, religiosos ou leitores. Uma história simples que narra à viagem de final de semana onde a filha do personagem Mack é assassinada. Vivendo em uma profunda tristeza, certo dia ele recebe uma carta, convidando-o para revistar o local que o atormenta. A cabana onde ela foi raptada. Um convite aparentemente proposto por Deus e mesmo desconfiado ele vai ao lugar e o que vivência muda sua vida para sempre.
A princípio encarei o livro apenas como uma forma de estudo, nada mais, colocando uma visão ampla dos sentimentos relatados e me distanciando do enredo. E com uma narrativa comum e simples as páginas foram passando. De início fiquei descontente, chegando até a não recomendá-lo para ninguém, mas na minha visão limitada e preconceituosa do começo da leitura, eu o achava apenas mais uma fábula, cheia de fantasias e lendas, tentando ser levada a sério.
Esta visão mudou após o meio do livro, quando deixei o enredo me envolver por completo e a sua história realmente tentar trazer uma mensagem para este leitor. Particularmente não tenho crenças convictas em um ser superior, e não faço parte de nenhum culto ou religião. O diferencial deste livro é justamente este, ele não tenta convencê-lo de nada, nem convertê-lo em alguma crença específica, ele simplesmente tenta explicar como funcionam os relacionamentos entre as pessoas, mostrando o mais puro e verdadeiro amor, sem preconceitos e rituais, tudo isto através da jornada vivida pelo personagem.
Ao término da história eu continuo com minhas idéias, mas revigorado, esperançoso talvez. Se as pessoas acreditassem em algo da forma que é relatado no livro, quem sabe teríamos menos fanáticos e insanos proclamando guerra e derramamento de sangue em nome de algo irreal.
Portanto deixo meu relato, recomendo a leitura simples que pode ser concluída em uma tarde, e não importa qual seja a sua crença, ou não crença no meu caso, a história nos faz refletir, e acredito que isso já seja um começo.

Jogo da Vida

Postado em Devaneios, Reflexão em agosto 14, 2009 por Sérgio Filipe
VidaDistribuindo cartas e missões o tempo é a principal regra deste jogo, nos fazendo crer que quando o dado corre pela mesa, aquilo que desejamos está longe de acontecer, mas na realidade, ao piscar dos olhos já ocorreu, e muitas vezes deixamos passar o momento, ou não aproveitamos totalmente. Conforme avançamos no tabuleiro, novas fronteiras e desafios são estabelecidos, cartas que trazem consigo o medo de errar, fracassar, ou simplesmente a dúvida que nos fazem estagnar ou retroceder, sugando a força para continuar.

Em determinada situação o tempo nos coloca em uma grande encruzilhada, em um caminho sem mapa ou direção, onde enxergamos apenas um ponto de interrogação tão grande que nos vemos perdidos nas perguntas de um futuro que ainda não chegou.

Muitas vezes conversamos com outros jogadores, e podemos sentir suas palavras falsas vazar pelos poros, percebendo o rosto berrando, louco e insano por trás daquela face otimista, tentando respirar e continuar pela estrada pintada de tijolos amarelos.

No meio de tudo isso, o relógio continua funcionando, o ruído sendo a trilha sonora da rua, e nós, meros humanos, corremos em busca de nossos ideais, das conquistas, com objetivos mundanos e carência no seu profundo sentido, sem perceber que a felicidade está na vida simples e não em uma caixa quadrada ou nos sentimentos fabricados. E mesmo aqueles que sabem disso, e compreendem o jogo, nada podem fazer, pois são obrigados a apostar junto com o sistema, sabendo que no fim todos sairão perdendo.

Insano Sentimento

Postado em Devaneios, Insanidade, Reflexão em agosto 10, 2009 por Sérgio Filipe
Beijo na BocaO ser humano é um animal engraçado, passamos por várias situações, mas sempre tendemos a repetir os erros do passado. Falamos que iremos mudar, tentar diferente, dominar o jogo da próxima vez e ser o mestre da situação. Por um breve momento conseguimos, mudamos e somos alguém distinto, mas como disse uma conhecida donzela guerreira, quando sentimos aquela coisa que não podemos explicar, aquela coisa estranha, por mais distintos que tentemos ser, tudo é em vão, voltamos a ser os mesmos de antes.

Como o remake de um filme antigo, por mais que conhecemos o enredo e os momentos de clichês, continuamos a assistir e se emocionar, como se fosse á primeira vez, torcendo para que o final seja diferente. Procuramos re-escrever a história, jogar com desenvoltura, mas não adianta, no final acabamos iguais, suando frio, com saudades daquela pessoa que faz os momentos serem eternos em nossas mentes.

Talvez os romances que nos fazem emocionar estejam somente na tela, mas sonhamos com eles na vida real, querendo que a nossa história tenha uma pitada da beleza e das cores da película. Eu desejo isso desde quando comecei a desejar algo. Mas no fundo sabemos que no fim nunca será assim, e por mais racionais que sejamos, continuamos a procurar, e quando achamos repetimos o mesmo enredo, envolto de medo e insegurança, mas que ao dar certo, faz tudo valer à pena.

Proponho olharmos nosso reflexo no espelho, e tentar lembrarmos o passado. Quantas pessoas já soltaram palavras assim por você? Será que ainda vale a pena viver do passado, esperando por situações que não voltam mais? Ou arriscar em algo novo, que traga outros momentos? O enredo pode muitas vezes ser o mesmo, mas escolho a segunda opção, e se você optar por ela também, saiba que estarei aqui, esperando ansioso pela escalação do novo elenco.

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Agradeço ao Maikon e a Kelly pelo jabá no Dupla em Crise, proporcionaram um recorde de acessos, elevando um pouco mais meu ego. E também fico grato ao Diego Moreau por publicar minha dica no Perdiessaaula. Obrigado pessoal.